Débito da CC: depósito mais antigo ou mais novo?

Já li outros tópicos discutindo sobre isso: como o débito da conta corrente (seja para pagar um boleto/conta, transferir dinheiro via PIX, ou movimentar para uma caixinha) deveria ser feito:

1 - débito do depósito mais antigo.
2 - débito do depósito mais recente.
3 - algoritmo que defina minimamente o que seria mais vantajoso.
4 - dar a opção de cada cliente escolher o que prefere (podendo ser uma configuração geral, ou perguntando para o cliente a cada transação, em um popup).

Atualmente o Nubank simplesmente debita do depósito mais antigo.

Digo isso pois só agora percebi o quanto isso faz de diferença, quando por exemplo já possuo um certo valor na conta corrente, e decido enviar um dinheiro para o Nubank para realizar um investimento:

1 - Já tenho R$ 10.000,00 na conta corrente, que estão lá ha mais de 30 dias (rendendo assim 100% do CDI, e IOF zerado).
2 - Transfiro R$ 10.000,00 para minha conta do Nubank, para realizar um investimento.
3 - Aplico os R$ 10.000,00 recém depositados. Ai é que vem o problema:

O Nubank aplica os R$ 10.000,00 que já estavam na minha conta corrente rendendo (por ter aplicado há mais de 30 dias, com IOF zerado, e considerando a tabela regressiva do IR), ao invés de utiliza ros R$ 10.000,00 que eu acabei de depositar.

Faria muito mais sentido aplicar os R$ 10.000,00 que eu acabei de tranferir para a minha conta, mas não: agora os R$ 10.000,00 que depositei (cujo objetivo da transferência era fazer o investimento) agora precisa ficar ao menos 30 dias parado na conta corrente para obter os 100% do CDI.

Esse tipo de melhoria/mudança deveria/poderia ser disponibilizado pelo Nubank para jos dar maior autonomia sobre o nosso dinheiro.

Li em tópicos mais antigos que inclusive o Nubank já chegou a utilizar uma regra diferente, debitando dos depósitos mais recentes, porém voltaram atrás: e fica claro que quem mais se beneficia disso é o próprio Nubank, que consegue embolsar os rendimentos de valores que ficarem menos de 30 dias parado na conta corrente. Essa regra da forma como está, sem a flexibilidade do próprio cliente escolher como prefere que o débito seja feito, so prejudica o cliente.

E vocês, o que acham sobre esse assunto?

Eu, depois que percebi isso, tenho como objetivo agora aguardar os meus depósitos atingirem ao menos os 30 dias na conta corrente, e depois movimentar tipo para uma caixinha (e deixar a conta corrente zerada).

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Ter plena autonomia sobre os próprios recursos financeiros, indubitavelmente sempre é a melhor opção.

Mas, no cenário proposto, considerando que haja a intenção de manter o valor já existente aplicado por mais tempo, não seria interessante considerar outra modalidade de investimento, que permita o resgate imediato e que não seja afetada por depósitos futuros?

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Concordo: no meu caso, acabei deixando na conta corrente um valor considerável (por não ter me atentado sobre essa regra de débito dos depósitos mais antigos para os mais recentes), pois naquele momento 100% do CDI me atendia enquanto não direcionava o valor para um investimento melhor. Deveria ter direcionado diretamente para uma caixinha.

Havia pensado em deixar a “reserva de emergência” parado ali na conta corrente (com os benefícios de tabela regressiva do IR, mas do modo que está, não é possível), e posteriormente fazendo novos depósitos (aí sim para investimentos de maior prazo). Porém novos aportes movimentam o “dinheiro velho”, e não o “dinheiro novo”.

Objetivo agora, enquanto o Nubank não muda isso: aguardar certos valores atingirem 30 dias, e depois movimentar para caixinha (deixando a conta corrente zerada, ou com saldo bem baixo).

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É o método que utilizo.

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Tá aí uma boa dica a ser divulgada aqui na comunidade. Tem muita gente que nem imagina sobre o que estamos falando.

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Eu também me frustrei quando descobri essa alteração na prioridade de resgate da conta. Lembro que o Nubank, à época, justificou a mudança em razão da dificuldade dos clientes em compreender a regra de priorização de resgate anterior…

Hoje eu deixo a conta vazia, tudo o que entra vai para uma caixinha com RDB Imediato, e antes de qualquer pagamento ou transferência que eu tenho que fazer eu faço o resgate.

Curiosamente, na caixinha (pelo menos até a última vez que eu olhei) o resgate prioritário é do depósito mais recente, diferente do que ocorre na conta.

Sobre resgate do mais antigo ou do mais novo, certa vez eu fiz a conta “na ponta do lápis” assumindo um certo perfil de entradas e saídas ao longo de um tempo. Não tenho mais essas contas, mas a minha conclusão foi que faz pouquíssima diferença, pelo menos no perfil de entradas e saídas que eu tinha considerado. O que faz mais diferença, no caso da conta do Nubank, é justamente a carência de 30 dias para o rendimento. A gente frequentemente consome o depósito que está rendendo e troca por um depósito que ainda vai passar 30 dias sem fazer jus aos rendimentos…

Resultado: hoje é zero dinheiro na conta, tudo na caixinha (de quebra ainda fico protegido daquele vendedor que insiste em cobrar no débito não importa o quanto a gente grite “CRÉDITO!!!” :rofl:). Agora fico esperando ansiosamente a possibilidade de selecionar, diretamente, a caixinha como origem dos recursos para pagamentos e transferências, tal que dispense ter que fazer, manualmente, o resgate.

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O cálculo quando efetuado num intervalo de tempo definido, não trás diferença significativa ou relevante.

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Ou cria 1 caixa que nao precisara do dinheiro

E cria outras com o nome de contas
Mercado
Agua,luz, internet
Combustível
Etc

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Faço do mesmo modo. Não vale a pena deixar dinheiro em conta. :handshake:

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Por isso que eu nem habilitei o débito no meu cartão, kkk

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Sim, no meu caso foi pontual (mas vai fazer diferença significativa no meu caso). Acho que vale a pena a discussão, para que as pessoas ao menos tenham ciência sobre o assunto.

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Faço isso também!

N Possibilidades

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Sem dúvida.

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Eu deixo na conta mesmo, tenho parcos recursos mesmo, então não faz a menor diferença.

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Tem uma filosofia japonesa chamada “mottainai”, que pode se aplicada em diversos aspectos da nossa vida cotidiana, incluindo a parte de finanças.

Na minha criação, até mesmo um grão de arroz é importante (ou no caso de finanças, até mesmo 1 centavo).

Vale a reflexão.

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Concordo!
Se é lucro realizado, não importa o valor.

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A regra era, na verdade, pelo depósito mais vantajoso, e houve várias indas e vindas em relação a essa política. O que me incomodou mais foi o Nubank jamais ter informado qualquer uma das alterações. Essa foi a razão pela qual eu simplesmente deixei de utilizar a conta.

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Costumo fazer isso também.

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