Vamos deixar uma mensagem de esperança

Meu nome é Daniel, nesse momento de muito desespero e medo diante da pandemia do covid-19, eu gostaria de ser grato a iniciativa do Nubank de ajudar aos seus clientes e também agradecer a essa comunidade pois estão sempre nos atualizando sobre o que acontece no mundo.
Minha mensagem para todos vocês meus amigos e amigas isso tudo vai passar e sairemos dessa muito mais forte do que entramos e com certeza menos egoístas e mais humanos com fé em Deus venceremos não desanime porque tudo passa e o sol da justiça sempre vai aparecer para aquecer os nossos corações, vamos exercitar o amor e o perdão porque com o coração leve e a alma em paz venceremos todos os desafios que se levantar em nossas vidas.

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Força. Tudo isso vai passar :pray:

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“Seja forte, seja confiante em si mesmo, tenha pensamento positivo, dias melhores virão, se não for hoje ou amanhã, será depois, mas chegará, confie em Deus, ele não faz nada em vão.”

[ Paula Andrade ]

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Obrigado você @Daniel_Dias, por dividir essa mensagem com a gente! :purple_heart:

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Estou com você, @Daniel_Dias! :purple_heart:
Minha mensagem é uma crônica de Marina Colasanti, intitulada “Eu sei que a gente se acostuma. Mas não deveria”:

“A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem outra vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha pra fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o Jornal no ônibus porque não pode perder o tempo de viagem. A comer sanduíches porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz aceita ler todo dia, de guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios, a ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar por ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável, à contaminação da água do mar, à lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galos na madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta do pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só o pé e sua o resto do corpo… Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto acostumar, se perde de si mesma.”

Fonte: https://golfinho.com.br/a-gente-se-acostuma-mas-nao-deveria.htm

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Força!

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Deixo meus agradecimentos @Daniel_Dias, por ter criado o tópico, e ao @endydealmeida, @Max_A_S_Costa, @anon20770914 e o @Thyago_Felix, pelas mensagens.
Aproveito também, pra deixar a minha recomendação:

“Olá, amigos. Em face da crise que tomou conta do mundo, não tenho dúvida de que as armas para enfrentar serão coragem, lucidez e empatia; em relação ao outro, empatia em relação ao coletivo. […] Vamos respirar fundo, aproveitar este momento para repensar nossas relações. Nossas relações com o outro, com a alimentação, com o consumo, com nós mesmos. Vai passar, mas a hora de fazer é agora. Estamos juntos.”
Ronaldo Fraga

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Estaremos sempre juntos, em dias bons e difíceis também. :wink::purple_heart:

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Aqui a comunidade, tenho certeza! @Max_A_S_Costa

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