Ultravioleta: Quando a fidelidade não é suficiente

Sinceramente, tá difícil entender a lógica do Nubank e isso vem me gerando uma frustração real.

Sou cliente há anos, concentro boa parte dos meus investimentos na plataforma, mantenho um relacionamento ativo, utilizo os produtos com frequência e sempre valorizei a proposta da IP de ser transparente, justo e diferente das instituições tradicionais. Sempre acreditei nisso, inclusive indicando o Nubank para outras pessoas.

Mas aí vem a situação que me deixa completamente sem entender os critérios adotados: uma colega minha, que virou cliente há cerca de um ano, inclusive por indicação minha, já recebeu o convite para o Ultravioleta. E não, ela não tem nem de perto o mesmo nível de investimentos, movimentação ou tempo de relacionamento que eu tenho com o banco. Inclusive, já sou Nubank+ há mais de 1 ano.

Isso não é sobre inveja ou sobre “ter um cartão black” por status. É sobre coerência, transparência e reconhecimento. Quando alguém com um perfil claramente inferior ao seu, em termos de relacionamento financeiro com a instituição, é priorizado, fica a sensação de que não existe critério objetivo ou pior, que o cliente fiel simplesmente não está sendo considerado.

Eu sigo concentrando investimentos, sigo utilizando a IP, sigo confiando… mas confesso que situações como essa desmotivam bastante. Porque no fim, parece que todo esse histórico e fidelidade não fazem diferença nenhuma.

Se existem critérios claros para o Ultravioleta, seria importante que eles fossem comunicados de forma mais transparente. Porque, do jeito que está, só passa a impressão de aleatoriedade e isso não combina com a imagem que o próprio Nubank construiu.

De verdade, eu só queria sentir que esse relacionamento é valorizado de forma justa.

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23/03/2026