Junho é o Mês do Orgulho
Como surgiu o Dia do Orgulho LGBTQIA+?
Tudo começou na madrugada do dia 28 de junho de 1969, quando a polícia realizou uma batida no bar Stonewall Inn, em Nova Iorque (um dos poucos locais seguros para a comunidade LGBTQIA+ na época), sob a alegação de venda ilegal de bebidas alcoólicas para pessoas gays (sim, existia uma lei que proibia pessoas gays de consumirem álcool), e começaram a agredir e prender funcionários e frequentadores, especialmente travestis e Drag Queens que não estavam vestidas “adequadamente” conforme a lei exigia…
Mas os frequentadores e a comunidade não ficaram calados! E durante seis dias, houveram protestos nas ruas de Nova York contra a violencia das abordagens policiais contra as pessoas gays, marcando o início do que futuramente seriam as paradas do Orgulho LGBTQIA+.
- A marcha realizada no Rio de Janeiro após 17ª Conferência da Associação Internacional de Gays e Lésbicas (ILGA) em Janeiro de 1995;
- A Parada realizada em São Paulo no dia 28 de junho de 1997, pois esta foi realizada já com essa intenção e contou com a participação de 2 mil pessoas
Bandeiras do Orgulho LGBTQIA+
A bandeira do arco-íris é a mais conhecida, mas sabia que há diversas bandeiras para a comunidade LGBTQIA+? Cada uma com seu próprio significado e representatividade:
Curiosidades
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A primeira marcha do Orgulho Gay aconteceu em 1970 em diversas cidades para relembrar as manifestações em Stonewall que aconteceram no ano anterior;
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O Dia do Orgulho recebeu esse nome para que as pessoas da comunidade LGBTQIA+ demonstrem orgulho por serem quem são;
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A edição de 2006 da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo foi incluída no Livro dos Recordes como o maior evento do gênero no mundo, tendo reunido 2,5 milhões de pessoas;
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A parada de São Paulo é uma das maiores e mais importantes paradas LGBT+ do mundo.
Tanto o dia quanto o mês do Orgulho LGBTQIA+ é um momento para celebrar a diversidade, mas também para lembrar que ainda há muito a ser feito todos os dias.
E embora o Brasil tenha conquistado direitos significativos como o casamento igualitário (em 2013) e a adoção por casais do mesmo sexo (em 2015), ainda temos altos índices de violência e discriminação contra pessoas LGBTQIA+.
Precisamos combater a discriminação, o preconceito e a violência contra a comunidade LGBTQIA+ não só hoje, mas como todos os dias!