Cartão de crédito no exterior!

Cartão de crédito no exterior: quando ele facilita a sua vida

Mesmo que prefira outro método para gastar na viagem, há situações em que o cartão de crédito será necessário.


Usar cartão de crédito no exterior tem seus prós e contras (a gente explica eles aqui), mas, mesmo que você escolha viajar com dinheiro ou cartão pré-pago, ele pode ser importante (e, às vezes, até obrigatório).

Veja 5 situações de viagem em que vale a pena ter o cartão de crédito na manga:

1. Alugar carro no exterior

Se você pretende alugar um carro na sua viagem, é melhor ficar de olho: na maioria das locadoras, o cartão de crédito é obrigatório – e, muitas vezes, precisa ser no nome do motorista principal. Isso acontece mesmo para quem pagou a locação com antecedência, ainda no Brasil. As empresas exigem isso como protocolo de segurança: um valor do seu limite (que varia de acordo com o modelo do veículo) fica bloqueado até a devolução; se o carro estiver nas mesmas condições em que foi retirado, o dinheiro é desbloqueado.

Dá para contornar? Até dá, mas não sem suas desvantagens. Algumas locadoras aceitam cartões de débito, pré-pagos ou até mesmo dinheiro vivo. Mas encontrá-las demandará mais pesquisa, um processo mais burocrático e, muitas vezes, preços mais altos pela falta de concorrência. Além disso, se for usar algum desses outros métodos, planeje-se para não depender desse dinheiro no resto da viagem, já que ele ficará “preso” como garantia.

2. Abastecer o carro no exterior

Quem anda de carro em outros países (especialmente na Europa, América do Norte e Oceania) está sujeito a se deparar com postos de gasolina no estilo pay-at-the-pump, sem funcionários. Esse sistema exige, na maior parte das vezes, que você tenha um cartão de crédito ou débito antes de liberar a bomba para abastecer – quem só tiver dinheiro terá que procurar um posto com caixa. Novamente, a diferença entre os cartões é o modelo de cobrança. A bomba costuma marcar automaticamente o valor de um tanque cheio e só depois estornar de acordo com quanto foi efetivamente gasto. No caso do crédito, quem fica bloqueado por um tempinho (pode ser algumas horas ou alguns dias) é o limite; se for débito ou pré-pago, é o dinheiro que você tem separado para a viagem.

3. Usar aplicativos de mobilidade no exterior

Pagar apps de transporte com dinheiro vivo virou uma prática relativamente comum no Brasil, mas esse não é o caso em vários países. Via de regra, na Europa e nos Estados Unidos só é possível utilizá-los com cartão de crédito ou outros métodos eletrônicos. O mesmo se aplica a aplicativos de bicicletas e patinetes elétricos. Dica: quem usa o Rewards pode aproveitar para eliminar gastos com vários aplicativos durante a viagem (saiba como aqui).

4. Comprar passagens de trem no exterior

Neste caso, a vantagem do cartão de crédito é financeira. Sim, você pode adquirir passagens de trem na Europa na própria estação e pagar em dinheiro, mas vai perder qualquer chance de desconto. Quem compra nos sites das companhias com antecedência (três meses antes da viagem é um tempo bom) pode conseguir tickets por menos da metade da tarifa cheia – com esse tipo de economia, vale a pena pagar o IOF.

5. Pagar hospedagem no exterior

Esta é mais uma situação relacionada a bloqueio: na maioria dos hotéis, é preciso deixar um valor restringido no check-in como garantia de gastos ou danos. Então, assim como no caso dos carros, a diferença é ter este bloqueio sobre o limite (cartão de crédito) ou sobre o dinheiro (moeda em espécie ou cartão pré-pago). Como o check-out costuma ser nos últimos momentos da viagem, você acabará tendo que levar um valor alto de volta para casa em vez de gastá-lo – e ainda perder mais um pouquinho na casa de câmbio. Também vale lembrar que muitas redes aceitam apenas o cartão de crédito.

No caso de sites de aluguel de casas e quartos, não há a opção de acertar nada em dinheiro vivo. Alguns países aceitam outras alternativas digitais de pagamento, mas em praticamente qualquer destino do mundo haverá a opção de usar o cartão de crédito (ou de débito, quando a função crédito estiver disponível) ou cartões pré-pagos.
Fonte: Blog: Fala Nubank!

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