É bem provável que muitas das profissões de hoje deixariam de fazer sentido em mundo como esse. Mas e aí, o que vocês saberiam fazer que seria valioso nesse novo cenário? Quais profissões poderiam nascer?
Num sistema de trocas, talvez saber consertar coisas, cuidar de pessoas ou até contar boas histórias possa garantir abrigo ou comida. Mas e vocês? Qual seria o papel de cada um numa sociedade pós-apocalíptica?
Contem pra gente:
Como seria o mundo sem dinheiro?
Quais habilidades poderiam ajudar vocês a sobreviver?
O ser humano sempre dar um jeitinho. Causaria um terremoto no começo mas depois todos iam se ajustando a realidade.
Ser trabalhador, arte persuasão, amizade, empatia.
Nucoins . Por que não tenho gado, porco, galinha, etc. Acho que vou ter que criar umas coisas.
Talvez um mundo mais justo, onde iria sempre haver troca de serviços. Creio que as cidades deixaria de existir, onde muitos iriam para o campo viver em grupos. E teria muito mais gente trabalhando.
E o seu império de urubus? Já pensou em lançar o “Urubupay”? Cashback garantido para os melhores restos!
Acho que a galera ia dar um jeito de inventar outra moeda rapidinho. Trocar trabalho por comida, criar vales-troca… Ou quem sabe o "Nubank " começa a distribuir cartõezinhos roxos como moeda de elite?
Depende do apocalipse, né? Mas, na teoria, tô pronto! Já joguei muitos jogos de sobrevivência, assisti várias séries e filmes … O problema é que, na prática, eu não sei nem acender uma fogueira sem tutorial do YouTube.
Minha força de trabalho, uns mimos do Nubank (vai que viram item lendário no futuro
Que legal @ranielreis não pode falar sobre Nucoin aqui nesse tópico que movem o comentário para outro lugar? Bacana essa política de escutar só o que querem!!!
Oi, Luiz! Tudo bem? O comentário havia sido movido por o assunto se tratar de outro tema não relacionado a pauta do conteúdo, o que pode categorizar como desvio de assunto. É importante que cada tópico siga as conversas de acordo com a proposta inicial para também ajudar na filtragem.
Mas, @erika.p, se me permite, ressalvadas as proporções, durante a Pandemia de Covid, muitos tiveram de redesenhar reestruturar suas vidas e conceitos, face ao, (à época), futuro desconhecido.
Até hoje mantive o hábito de manter a despensa para alguns meses para os itens de alimentação essenciais → de quebra, ainda garanto uma boa economia, no atacado.
Outro tema? Eu respondi de acordo com o tema proposto. Quem tem Nucoin parada está se sentindo igual a quem tem dinheiro num mundo pós apocalíptico como foi proposto aí pelo tema. Ou seja, não serve de mais nada. Esse é meu sentimento e minha opinião. Espero que não mova mais meus comentários.
A gente entende seu sentimento e queremos que saiba que o canal está sempre aberto para que os clientes compartilhem suas opiniões, inclusive críticas. A NuCommunity é feita por vocês, e é justamente esse tipo de troca que faz o espaço ter valor.
A mesclagem do comentário não foi feita para silenciar sua insatisfação, de forma alguma. Ela aconteceu apenas para manter a organização das conversas, agrupando os comentários sobre Nucoin nos tópicos específicos sobre o tema. Isso ajuda tanto a moderação, quanto quem está buscando informações ou relatos parecidos com o seu a encontrar tudo mais facilmente.
Fique à vontade para continuar participando e trazendo suas percepções, inclusive sobre outros assuntos. A comunidade também é um espaço para trocas de experiências e dicas que vão além dos produtos
Eu acho que sem dinheiro, eu ia mandar todo mundo fazer conta de matemática e quem acertasse primeiro iria levar torta na cara. Pois, o que adiantaria estudar, acertar se estamos no fim dos tempos em um cenário pós -apocaliptico.
Se bem que se tratando dessa geração nova aí, (me sinto um tiozão) não sabe nem fazer conta, quanto mais dirá fazer torta
Como seria o mundo sem dinheiro? Um desastre. Voltar ao tempo da troca parece meio complicado, como avaliar quantas laranjas valeria um quilo de arroz? A crise e inflação na Argentina fez surgir algumas feiras de troca, mas é algo bem pontual.
Quais habilidades poderiam ajudar vocês a sobreviver? Plantar e criar animais é algo acessível para a maioria das pessoas. Caso não tenha terra, trabalhar “de meia” em campos de terceiros seria uma alternativa. Se tornar comerciante em um estabelecimento de escambo de mercadorias também seria válido.
O que vocês teriam para trocar? Em um cenário onde o dinheiro perderia totalmente o valor, minha pequena poupança não serviria pra nada. Só teria a roupa do corpo e a inalienável moradia. Complicado. Por meus valores cristãos, vender o corpo estaria fora de cogitação.
Como imaginam a nova rotina? Bem difícil, dinheiro pode não trazer felicidade, mas facilita muito a vida das pessoas. Penso que em um primeiro momento cada comunidade, bairro ou cidade poderia criar sua moeda social, em espécie mesmo.
Eu já vi tanto filme e série de catástrofe que a minha imaginação acaba sendo um reflexo dessas obras, nada original. Acho que a primeira temporada de The Walking Dead já traz uma leitura ótima do que aconteceria numa situação dessas. Fico pensando também em Mad Max. Acho que se iniciaria uma disputa por recursos essenciais (água, comida, abrigo), teríamos a convivência gente disposta a cooperar, pelo bem do todo, mas num conflito interminável com aqueles dispostos a dominar e acumular para si, fazendo alianças somente quando conveniente.
Eu, tendo poucas habilidades práticas, me identificando muito mais como um pensador, provavelmente teria pouco lugar neste mundo e seria eternamente dependente de “gente que faz”. Com muita sorte, talvez conseguisse um espaço onde estratégia e solução de problemas fosse valorizado, mas acho que seria um espaço para poucos e muito disputado.
Acho que acabaria surgindo naturalmente uma forma alternativa de comércio, retornando aos tempos de escambo, onde insumos e serviços seriam ao mesmo tempo as mercadorias e a própria moeda.
Agora, falando em mundo sem dinheiro e moedas alternativas, arriscando um desvio de proa no tópico, fiquei lembrando de um filme que acho sensacional e quero deixar a dica aqui: “O Preço do Amanhã”.
Trata-se de um mundo em que se descobriu uma forma de interromper o envelhecimento das pessoas aos 25 anos, e livre de doenças. Para evitar a superpopulação, se estabelece um tempo limite de vida para as pessoas. Só que esse tempo pode ser trocado entre pessoas e esse tempo passa a própria moeda. Literalmente “tempo é dinheiro”! O consumo e as taxas são pagos com tempo de vida, os salários são pagos com tempo de vida. Acho muito interessante as reflexões que o filme traz, os comportamentos que afloram, a reflexão sobre o valor que a gente dá ao tempo que a gente tem, e dependendo do tempo que a gente tem. Uma boa reflexão também sobre classes em uma sociedade e sobre a justiça distributiva. Enfim, filmaço! #ficaadica
Sem nenhum tipo de moeda de troca, nem mesmo o “escambo” funcionaria. O sistema de trocas vale para produtores rurais… Nas cidades, seríamos tomados por uma infeliz anarquia, onde venceria o mais forte. Assalariados sucumbiriam em pouco tempo, para em seguida sucumbirem os detentores dos meios de produção. Não gosto nem de imaginar um cenário como esse.
O mundo sem dinheiro seria um caos inicialmente , mas com certeza transformariam qualquer coisa em “dinheiro” tipo as pedras do chão ou as folhas secas das árvores
Certamente as habilidades que envolvem cuidados, planejamento,invenções,consertos , cultivo/produção de alimentos ajudariam na sobrevivência.
Qualquer coisa que restasse serviria para trocas, e caso restassem as coleções, seríamos obrigados a nos desfazer… ai minhas coleções de pedras, moedas das olimpíadas…
A nova rotina seria vivendo com racionamento, limitações, escassez , novas regras e muita disputa pelo pouco que se restou.
@erika.p se o mundo acordasse sem dinheiro, sem bancos e com a economia no chão… acho que eu me reinventaria como contador de causos com final feliz e trocador oficial de esperança por comida.
Eu tentaria criar uma nova “bolsa de valores emocionais”, onde empatia, escuta ativa e boas histórias valeriam abrigo e cafézin passado na hora
Minhas habilidades? Comunicação, criatividade e aquele jeitinho de encontrar soluções até no meio do caos, talvez eu virasse uma espécie de “consultor de sobrevivência emocional”, rsrsrsrs.
A nova rotina? Acordar com o sol, dormir com as estrelas, sobreviver com colaboração e rir pra não chorar.
Acho que no fim, a gente ia descobrir que o que vale mesmo não é o que a gente tem, mas o que a gente oferece, de verdade.