Vidas Negras Importam

Pessoal,

A NuCommunity é o espaço onde falamos de comunidade, com comunidades, da forma mais respeitosa e sincera possível. Respeitando e reconhecendo o que está acontecendo no mundo nesse momento, viemos aqui para compartilhar nosso posicionamento:

Comunidade negra, nós sentimos muito.

Mas sabemos também que sentir não é o bastante.

Nós temos de assumir a responsabilidade de achar respostas para mudar esta realidade. Esse é o desafio e compromisso do Nubank, em nome dos nossos clientes negros, Nubankers negros e do grupo de afinidade que formaram aqui dentro, o Nu-blacks.

Vamos, juntos, mudar essa realidade.

#vidasnegrasimportam #blacklivesmatter

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:fist:t5: :fist:t5: :fist:t5:

#blm

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Com certeza #vidasnegrasimportam

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Triste realidade do mundo hoje. Teremos que lutar e muito ainda para as pessoas entenderem que vidas negras também são vidas. E pensar que não podemos confiar em algo que foi feito para nos proteger, proteger nossas vidas.
Parabéns ah todos do Nubank pela posição, é sempre bom ver uma empesa de grande reconhecimento sendo humana e justa!

#vidasnegrasimportam #blacklivesmatter

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Tmj, negros são pessoas humanas, minha esposa é negra, tenho tia e primos negros, #comunidadenegra
:handshake:🏿:handshake:🏿:handshake:🏿:handshake:🏿:handshake:🏿:handshake:🏿:handshake:🏿

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Somos todos iguais :heart:

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Parabéns NuBank pela posição, muitas empresas não tem a coragem de se posicionar, a posição é o primeiro passo para a transformação.
#somostodosiguais, não importa a cor, o sexo, o nível social!!!

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Assista a “Vidas Negras Importam” no YouTube

Achei bacana a iniciativa, mas discordo de tal movimento no sentido de que isso está se tornando modismo pelo fato do Americano.

No Brasil, todos os dias morrem centenas de negros por assassinato, incluindo entre eles crianças, mulheres, gays, lésbicas etc…

Inclusive tivemos um caso recente da criança vítima de uma bala perdida atirada por policiais. E se quer houve repercussão.

Temos que parar com a mania do Eurocentrismo, e passar a viver a nossa realidade como ela é. Encarar os fatos não só porque acontecem lá e a mídia joga para o mundo. Precisamos ser mais sensatos.

Desculpem pelo desabafo, é que faço parte dessa luta e muitas coisas não condizem com a realidade dos movimentos de classes, entre eles a comunidade negra que é o assunto.

:confused:

EUA fica na América

A idéia do Eurocentrismo é apenas para explicar como funcionam as coisas no Brasil!.

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Tinha postado algo sobre o assunto no topico: Notícias Tech

Mas vou mandá-lo aqui também:
Eu apoio completamente. O tempo em que negros eram tratados como George Floyd, já devia ter acabado. Mas infelizmente isso ainda acontece.
Eu particularmente, apesar dos prejuízos que os saques causam, fico feliz que esse assunto, que não era tratado em muito tempo, veio a tona, pra ficar e acabar, resultando em igualdade.
A própria impunidade do racismo americano, me corrói. Trazendo o assunto pra nossa realidade, é só eu que não acredito que no Brasil não tem racismo? Deixo a pergunta pra vocês pra continuarmos nosso tópico.

#icantbreathe

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Todas as vidas importam. independentemente de raça, cor e crença, devemos nos sentir e atuarmos como iguais, pois as diferenças realmente estão nos olhos de quem vê.
#Juntosporummundomelhor

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#vidasnegrasimportam

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Ano passado, eu tive uma aula-reforço para o ENEM que um colégio particular aqui da minha cidade disponibilizou gratuitamente (aqui existem dois colégios que possuem ensino fundamental e médio: um particular e outro público). A única professora negra que eu tive na minha vida, que inclusive havia sido minha professora no 1º ano do ensino fundamental e agora estive neste reencontro com ela, é professora de História. E ela nos deu o conteúdo de História do Brasil para nos preparar para o ENEM 2019. No decorrer da aula, ela foi tocando no assunto de EUA, chegada dos portugueses, colonização e tudo mais, até que começou a fazer um paralelo da liberdade praticada e exercida nos EUA e a liberdade praticada e exercida no Brasil. A professora explicou que o conceito de liberdade - de expressão - exercida lá nos EUA está muito à frente da visão de liberdade que temos aqui, pois, quando a população se sentia explorada, esmagada, violada, eles partiam para a rua, quebravam tudo e faziam o corpo político entender que o povo tinha sentimento de revolta e que era uma molécula social só - brava, e muito brava; no Brasil, a escravidão foi abolida somente em 1888. Como que você iria se rebelar antes disso - e mesmo depois - ? E iria se sustentar com o que? Você corria risco de morrer caso levantasse a voz para o seu senhor. Em 1872, de 9mi de brasileiros, 1,5mi eram escravos. Nos EUA, eles buscaram integrar os escravos na sociedade; no Brasil, não. Não fizeram nenhuma orientação ou reforço para isso. O que ocorre hoje nos EUA, a forma de manifestação, é resultado de um passado repleto de manifestações, investimento em Educação, uma forte cultura pelo trabalho e uma Constituição criada em 1787, século XVIII. Em síntese, ela foi pegando fatos e base teórica para nos dizer que a liberdade lá na América do Norte está em outro patamar; aqui fomos reprimidos à violência física, tortura, castigo; e não se tinha boas condições de vida e salário para se sustentar e ir no hospital e poder pagar pelos remédios que ajudariam você a se recuperar das lesões sofridas, nem infraestrutura ou acesso universal.

Outro ponto importante é que os EUA foram “criados”, digamos assim, colonizados, por ingleses que foram expulsos da Europa. O certo seria para não nos americanizamos, o que eu considero um preconceito de uma certa perspectiva identitária, porque o mundo reconhece o cidadão americano como o cidadão dos EUA, só. Isso apaga a identidade de todo o continente americano - ofusca. A América é Brasil, Chile, Costa Rica, Uruguai, Venezuela, Cuba, etc. Somos os Latinos, Sul-americanos; portanto, eles estão no norte do continente americano, logo eles são os norte-americanos. Tem até uma parada com a música “This is América” que o pessoal anda criticando: que o norte-americano enxerga na América somente os EUA. E é isso o que dá ter uma das maiores economias globais: você é o centro das atenções. Então, de certo modo, com a colonização inglesa, os “EUA” foram meio que europeizados, mas o Brasil também, com uma característica muito mais europeia do que os ingleses… houve a miscigenação dos povos africanos também, holadeses, índios, europeus… No enfim, ter a liberdade de expressão que tem o norte-americano não é uma ofensa se for considerar como ocorreu essa transformação pelo passado histórico. O ruim é americanizar a cultura brasileira em um sentido mais “American way of life”, o estilo de vida [norte]-americano. Um argumento de um professor de história que tive, do colégio mesmo, é que lá os vizinhos ficam cuidando o jardim do outro para deixar melhor do que o do vizinho, ou seja, eles não olham para fora, não precisam, querem cuidar e trabalhar por eles; aqui, a gente olha pra fora, para eles, para o estilo de vida norte-americano. E como não olhar? Como não querer? O custo de vida, as condições de vida, lá são melhores do que as que temos aqui (se você não for negro de classe de classe baixa). No entanto, outro fator da dominação norte-americana é o patriotismo. Você vê em um monte de vídeos aleatórios bandeiras esticadas na área da casa das pessoas e em cada sala de aula.

A questão central que eu queria ter levantado aqui era o processo histórico de construção da liberdade dos povos (EUA x Brasil).
O racismo é uma questão social muito frágil nos EUA, pois no século passado ainda houve muita guerra sobre isso e, aliás, hoje estamos presenciando pelas redes uma guerra pelos direitos civis, pelos direitos de igualdade racial…

Ps.: corrijam, complementem, por favor. ^^

#vidasnegrasimportam
#blacklivesmatter

Concordo @MatheusZimmer!
Acredito que toda essa situação sobre o racismo, tem de ser discutida mesmo, mas aqui no Brasil, sempre ocorreu casos semelhantes ao do George Floyd, que desencadeou os protestos, e nada foi feito. É aí que entra o modismo, que eu me refiro: só porque foi nos EUA está tendo toda essa repercussão. Eu passei a me preocupar mais com a situação aqui no Brasil, nesse caso, dos negros, que sofrem diariamente com racismo e preconceito. Todo mundo sabe que tem racismo no Brasil, mas ninguém diz-se racista.

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Discordo completamente dessa frase, pois dependendo do local até os anos 50 havia separação dos espaços para negros brancos.

O nosso maior problema é tentar compara nossa história com a de qualquer outro país. Cada um tem a própria história, sendo o comum o fato de que devem se sentir envergonhados de sua época de escravidão (tanto de negros quanto das outras etnias) e que tem que ser responsáveis pelas consequências dessa época

E concordo com @Alexandre13 que todos os dias temos casos extremos de racismos que não tem essa repercussão toda, (os mais recentes são os casos do Miguel em Recife e do João Pedro em São Gonçalo) mas que por “modismo” se fala mais em George Floyd do que dos casos aqui do BR (não estou tentando desmerecer o que aconteceu com ele, é um caso sério, não só pelo racismo mas pela violência polícia tbm, mas estou falando das pessoas que dão mais repercussão a esse caso e não se pronunciam sobre o que acontece no próprio quintal)

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Totalmente! Não foi suficiente. Não solidificaram os direitos, nadinha. Não falo com certeza, mas se não me engano foram terras e pensões que deram após a abolição. A imagem do Outro que tinha-se do negro nos EUA no século passado promoveu grandes manifestações, conflitos, atentados (Martin Luther King e Malcon X…), - como aquele em quem colocaram fogo em um ônibus que estava levando pessoas para uma manifestação - nos passaram um filme chamado “Malcon X” e outro chamado “Selma: Uma Luta pela Igualdade”. Eles recrutavam você na faculdade para aprender a resistir o preconceito racial que você iria sofrer nas ruas e a violência que iria sofrer dentro dos estabelecimentos comerciais ou na rua. Era uma coisa lamentável, bicho…
Sobre a comparação: não é bem assim. Foi feito um paralelo entre duas histórias que estão muito ligadas pela própria história assim como Brasil e Europa na colonização. Cada um tem sua própria história, perfeito. Mas não há como falar da história do Brasil sem falar dos EUA ou da Europa.

O correto seria; Vidas negras TAMBÉM importam, pois toda e qualquer vida tem sua importância.

Mas parece que não é bem isso que está acontecendo, pois a morte de um homem negro na outra América tem mais valor do que a morte de homem negro aqui na nossa América.

Essa a minha impressão.

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