NuCoin - Papo Aberto (parte 1)

Estou no Nubank a 5 anos,a única que faço é pagar faturas em dia. Esse política de sorteios ou beneficios sempre entro mas, minha sorte passa longe. Sim é um grande banco no sentido humano, ajudar pessoas através de beneficios . E a humanidade precisa disso.:heart:

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Não vejo tanta diferença, se for para algo relacionado a rastreio de transações, o pix que você faz hj é facilmente rastreável.

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A grande diferença em relação ao que o pix já oferece será a possibilidade de implementar contratos inteligentes envolvendo ativos tokenizados. Se isso vai pegar, se vai ser transformador… Aí é esperar pra ver.

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Você estão esquecendo de mencionar algo primordial! Pix é gratuito! por isso, popularizou muito rápido!
Contrato inteligente, em moeda do governo… Só vai ser bom: para serviço de empresas, que iram prestar serviços… Que pegam calotes de prefeituras… Com prefeitos, desonesto…
Nesse ponto: concordo, que vai ter utilidade.

Esse tipo de pensamento nos aprisiona demais. Tem coisa que é boa, tem coisa que não é. Simples assim. Isto, independentemente se o governo está interessado, se a oposição está interessada, se a igreja está interessada, se o presidente dos EUA está interessado, se a OMS está interessada, se o mestre sala da Portela está interessado… As coisas devem ser avaliadas pelo que elas são. Vale experimentar, é libertador.

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Eu acho que é só um medo involuntário de uma nova tecnologia.

Mas o DREX é para ser apenas a versão digital do real.
Você usa dinheiro físico ou transferência online, então você já usa uma moeda criada pelo governo.

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Cara você sendo investidor de mercado de criptomoedas, qual é a lógica, comprar o DREX?
Se ele fosse inventado, para fiscalizar os gastos públicos, até concordo… Porém… Dificilmente iram usar… para isso.

E outra o pix, foi criado em cima de Mecanismo de criptomoeda… Então… Ele já faz, praticamente a função de uma moeda digital… Transferência imediata, e o melhor, sem custos!

Agora ser o DREX tivesse função de governo/empresas(fosse criado exclusivamente, para isso). Seria algo revolucionário! Iria diminuir muito, a corrupção!

Acho que para brasileiro, a lógica vai ser que você vai receber seus pagamentos por DREX.

Quem não é brasileiro iria comprar DREX, mas ai seria a mesma lógica que um brasileiro comprando Dólar.

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Exemplo: você faz um pix para uma Exchange… Gratuito. Chegou 100 reais
Você transfere DREX para uma Exchange, vai pagar taxas. Chegou 99 a 97 reais… vai depender das taxas! O valor final.

Ae, você já viajou para um futuro… O pessoal gosta de receber dinheiro em conta. Vai falar… Que: vai pagar uma pessoa comum, com Bitcoin, ETH ou alguma criptomoeda kkk falam logo que é golpe! Essa sua ideologia ae, talvez em 2028 ou 2030… quem sabe…

Vou dar um exemplo(uma situação hipotética): eu sendo o CEO da nubank e chegar, para comunicar que: A parti de hoje, os funcionários da nubank, vão receber seus salários ,em NUCOINS kkk

Na atualidade, ninguém iria aceitar…

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Diferentemente do que muitos pensam, o PIX não utiliza blockchain. Enquanto a blockchain descentraliza as operações e usa várias estações para fazer os registros, o Banco Central centraliza todas as operações no Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI).

O sistema de pagamentos é baseado no princípio de troca de mensagens instantâneas seguras através de mensageria. Isso significa que as transações são processadas em tempo real através de mensagens trocadas entre as instituições provedoras de serviços de pagamentos (PSPs) que participam do PIX.

Essas mensagens são gerenciadas por um Broker, que é um servidor/módulo de mensagens.

As transações são realizadas através de uma chave cadastrada na conta bancária, que pode ser o CPF, CNPJ, telefone, e-mail ou uma chave aleatória.

Após a confirmação da transferência pelo usuário, o provedor da conta comunica ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI), gerenciado pelo Banco Central.

O PSP do recebedor confirma os dados do recebedor e aceita a transação. A conta do PSP do pagador é debitada, e o valor creditado na conta do PSP do recebedor. Todo o processo dura, em média, até 10 segundos.

A tecnologia por trás do PIX inclui o protocolo de mensagem XML com o padrão de mensageria internacional ISO 20022, que é utilizado para o tráfego e formatação das mensagens trocadas entre as instituições.

Além disso, são utilizados certificados digitais para criptografia e autenticação, garantindo a segurança das transações.

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O PIX tem sete características principais. Conheça:

  • Disponibilidade: possibilidade de fazer pagamentos a qualquer horário e dia do ano;
  • Velocidade: a transferência ocorre em até dez segundos;
  • Conveniência: a experiência de uso deve ser intuitiva para o usuário;
  • Segurança: as transações serão baseadas na Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN) e terão como base tecnologias de proteção atuais;
  • Ambiente aberto: o PIX estará disponível não só para bancos como também para financeiras, fintechs e afins;
  • Multiplicidade de casos de uso: o PIX permitirá transferências de qualquer valor entre pessoas ou empresas, pagamentos em estabelecimentos físicos ou virtuais e recolhimentos ao governo federal (impostos);
  • Fluxo de dados com informações agregadas: informações importantes sobre a conciliação poderão trafegar com a ordem de pagamento.

O Banco Central centralizou todos os envolvidos nas transações realizadas através do PIX em um só lugar. Além de dividir o sistema na seguinte estrutura:

  • Pagador: quem está realizando o pagamento ou transferência;
  • Recebedor: quem recebe o pagamento ou transferência;
  • Participante direto: bancos e instituições financeiras vinculadas ao Banco Central que tenham conta transacional com a finalidade de liquidar os pagamentos;
  • Participante indireto: fintechs e outras instituições que não tem conta no Banco Central e utilizam outras instituições para liquidar os pagamentos;
  • Responsável pela infraestrutura: Banco Central;
  • Provedor de serviço: instituição que faz a iniciação da atividade pagamento do cliente;
  • Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI): plataforma única que realizará a liquidação das transações feitas entre diferentes instituições.
  • Diretório de Identificadores de Contas Transacionais: local que armazenará as informações do endereçamento chave ou apelidos, itens que servem como identificação dos usuários recebedores. Essa base tem a proteção do sigilo bancário e da Lei Geral de Proteção de Dados e garante a segurança com relação aos dados fornecidos pelos usuários.
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Se você não entendeu, não falei que o sistema pix, tem uma blockchain. ele é uma cópia baseando em Mecanismo de criptomoeda, sem blockchain, porém o banco central, guarda todas as a informações…
A diferença que a blockchain tem recursos a+(funções a +) falando de uma maneira simples.

Você está confundindo novamente.

A primeira criptomoeda criada foi o Bitcoin, em 2009 (o desenvolvimento começou em 2008).

No mundo, o sistema já existia a mais tempo. Já o Brasil possui, desde 2002 (7 anos antes), um sistema de pagamentos instantâneos: o Sistema de Transferência de Fundos (Sitraf), que possibilita aos bancos trocarem entre si mensagens eletrônicas de pagamentos. No entanto, o Sitraf é limitado às instituições financeiras. Já o PIX utiliza um mecanismo baseado nesse sistema e liberado para toda a população.

Não tem nada de “Mecanismo de criptomoeda”, elas vieram anos depois. Na prática, as criptomoedas copiaram os mecanismos de transferência instantânea de valores utilizados pelos bancos.

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TED E DOC DIAS ÚTEIS

PIX: 24H por dia

O PIX só chegou anos depois pois para os bancos é mais vantagem os trouxas (sic)… digo clientes, usarem o TED e DOC que são pagos e caros.

Como o sistema financeiro mundial está cada vez mais interligado e com mais e mais dinheiro circulando, havia a necessidade dos governos (e indiretamente das instituições financeiras - como os bancos) terem um ou mais meios das pessoas (clientes) poderem transferir dinheiro com mais agilidade.

Por isso os sistemas para transferência instantânea de valores para o grande público foram criados com um custo baixo (ou mesmo sem custo).

Aqui tem uma observação interessante.

Na China, o governo não tem controle sobre o desenvolvimento dessa tecnologia. Cada empresa pode criar seu próprio sistema de pagamentos instantâneo, desde que eles sejam interoperáveis, ou seja, possam trocar valores entre si.

Se não me falha a memória, tem algo em torno de 60 países que possuem um sistema similar ao PIX.

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A realidade é: os bancos digitais… Já ofereciam TED gratuito… Por isso, cresceram rapidamente!
E os bancos físicos… Começaram a sentir…
Então essa ideologia sobre TED pago, já foi derrubada na época que chegou o NUBANK e banco INTER…(obs: quantos anos tem o NUBANK? O banco INTER?.. Chegaram antes do PIX!

Você está ligado que: a china, pode tomar seu cripto ativos e ter colocar na cadeia… Ela já fez isso… Varias vezes… Tomou muitos Bitcoins, de milhões de moradores…

Eu tenho Conta Global e de Conta de Investimentos no Banco Inter.
Ele existe desde 1994, sendo chamado antigamente de Intermedium (1994-2008) e Banco Intermedium (2008-2017). Atualmente Banco Inter S.A. (ou simplesmente Inter).

É uma excelente instituição financeira.

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Só se preocupa com isso quem tem algo a esconder. Não vai ser tão diferente do pix ou cartão de crédito, que são o que domina hoje em dia…
Pra essa galera que tem aversão à governos, o jeito é ir pras criptos mesmo, mas sem passar por exchanges… :joy:

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Por vossas afirmações, fica evidente que seu conhecimento sobre a economia americana é baseada “por ouvir dizer” em canais do Youtube.

No exemplo dado, sobre o iPhone, tanto lá quanto aqui os valores, ao final do dia, se equiparam. O aparelho citado pode ser adquirido na FastShop por cerca de R$5.800,00 (aproximadamente US$1,200.00).

Nos EUA, o preço de base é US$800.00 porém, a depender do Estado, deve-se acrescentar por volta de 10% de impostos (tax).

Enquanto no Brasil, um plano de telefonia e celular, pode ser adquirido por cerca de R$40,00/mês (US$8.00), um plano com as mesmas características não sai por menos de US$40.00/mês nos EUA.

Comparar preços entre Brasil e EUA, usando como indexador o Salário Mínimo não faz nenhum sentido, não apenas por questões econômicas, mas por questões culturais, políticas de amparo social, etc.

A realidade cotidiana em outros países é muito diferente da apregoada por quem viaja a turismo.

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